• Varal de Fanzines - Conheça e baixe todos os nossos fanzines em nosso "varal"!
  • Cadastro Fanzinoteca - A Resistência agora está em parceria com a UCM Comics trabalhando na Biblioteca Estadual do Paraná. Enquanto o pessoal da UCM Comics ficou responsável por revitalizar a gibiteca da Biblioteca Estadual, nós da Resistência ficamos por conta da FANZINOTECA. Isso mesmo...
  • Resistência Apoia Campanha dos Cobertores - A RESISTÊNCIA está apoiando a iniciativa de inverno do blog BISCOITOS SORTIDOS esse ano. Já em sua terceira edição, eles arrecadam doações para comprar cobertores para moradores de rua de Curitiba e dessa vez eles pediram a nossa ajuda tanto em divulgação quanto em distribuição dos cobertores....
  • Sobre o 1º Fanzinando - No último dia 11 aconteceu finalmente o tão esperado 1º FANZINANDO, o qual temos o prazer de compartilhar com vocês agora um pouco da organização do evento e do que ocorreu por lá. Em novembro do ano passado eu me lembro de ter tido uma conversa com os outros integrantes da RESISTÊNCIA na época a respeito de realizarmos uma exposição de fanzines. Uma de nossas...
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Coletânea Suspiro - Versão Digital

E é com com muito orgulho que finalmente trazemos a vocês com o apoio do Estúdio Elephant, Espaço Gólgota e UCM Comics a versão digital da Coletânea Suspiro. São ao todo 12 músicas com a participação das bandas veteranas Calibre 12 e Desertor e ainda mais quatro bandas curitibanas lançando seu primeiro material. Em breve anunciaremos o lançamento da versão física da coletânea, mas por agora você pode fazer o download dela clicando AQUI.

01 - SOS Chaos - Movimento Sobrevive
02  - SOS Chaos - Kriptonita
03  - Desertor - Holocausto Social
04  - Desertor - Tráfico Humano
05  - Calibre 12 - RG Rasgado
06  - Calibre 12 - Regular
07  - Nekromonsters -Bad Luck
08  - Nekromonsters - Time For Riot
09  - Hesterco - Cidadão do Mundo
10 - Hesterco - Nada de Novo no Front
11 - Felon Truth - Canibalismo Urbano
12 - Felon Truth - Sete Palmos do Chão





sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Dois meses sem Facebook: o relato de um sobrevivente



   Faz dois meses que estou sem Facebook e continuo a me sentir (a)normal como sempre. Mas não sei porque, me sinto como um sobrevivente de guerra enquanto escrevo esse texto. Vestes rasgadas, camuflagem borrada, marcas de sangue e um tom ofegante. Um sobrevivente à escassa vida fora do site. De alguma forma, não é para menos, afinal é bem claro pra mim que perdi convites de eventos, notícias, piadas internas do mundo do “Face”... e com certeza perdi amigos, pelo menos por esse período eu perdi. Pensando em dar um tempo de Facebook, resolvi não apagar subitamente meu perfil da rede, e em vez disso simplesmente troquei minha foto de perfil por um recado direto, dizendo que não estaria entrando mais no site por um tempo, mas que quem quisesse fazer contato, estava deixando ali meu e-mail. Eu já sabia que quase ninguém sabe mais o que é essa ferramenta primitiva e arcaica chamada e-mail, mas era tudo o que eu poderia fazer.
Os primeiros dias foram um martírio. A sensação era de que estava deixando de cumprir com alguma das tarefas mais básicas da vida. Escovei os dentes? Tomei água essa tarde? Claro.. é porque não dei a checada sagrada no Facebook mesmo... é 'só' isso. A sensação de que o mundo está acontecendo, girando, e você está do lado de fora é impressionante. Além disso, me sentia mudo, bloqueado para falar algo de bom, de importante, ou uma besteira para as pessoas. E como não tenho Twitter, aí a sensação de mudez é quase total. E o fato de que eu estava a poucos cliques de distância de ter tudo isso de volta deixava tudo ainda mais dramático. Mas aos poucos fui me reacostumando àquela velha sensação de compartilhar o momento só com quem está nele, e de mostrar as fotos ao vivo para umas poucas pessoas que vão curtir de uma forma diferente de apenas clicar em um botão.
Mas Zuckerberg é um traficante sagaz, não deixa ninguém sair desse vício assim, fácil. Então, a partir de uns cinco ou dez dias sem entrar na boca de fumo, o FB começou a me mandar uns e-mails, dizendo que eu estava perdendo várias coisas. Caí na besteira de abrir o primeiro de muitos e-mails como esse. “você perdeu a mudança de status de fulana, a postagem de cicrano que cinco amigões seus já curtiram, as 50 fotos que beltrana postou no seu albúm novo”. Mudança de status? Essa eu não posso perder... mas perdi! E quer saber? Nenhuma dessas informações era tão relevante quanto sempre pareceram ser até o momento que resolvi dar um tempo. Mas confesso que refletir e escrever sobre Facebook me dá uma crise de abstinência do caramba... que isso...
Eu já nem ligava para os e-mails do FB, que chegavam umas três vezes por semana, até que não sei o que fiz com o celular, que ele começou a me mostrar quando me convidavam para eventos e me marcavam em fotos ou comentários. Eu sabia que me convidaram para algo, só que a notificação do telefone não chegava a dizer o que é. Fui perseverante, não fui atrás pra saber, e provavelmente perdi. Mas sinto que quando eu fui mesmo importante, as pessoas deram um jeito de reaprender a usar telefone ou e-mail, e tudo teve um sabor mais verdadeiro à moda antiga. Me marcaram em uma foto? Beleza, mas eu não vou saber que foto é a menos que eu entre nessa porcaria de site. Confesso que dei uma roubadinha em duas ou três ocasiões, e entrei rápido, direto e discreto, como um ladrão, como um espião, sem clicar em mais nada. É claro que depois isso me rendeu boas risadas de mim mesmo, mas eu juro que foram só essas vezes.
Mas uma fissura pesada que passei a sentir foi pela falta de novidades instantâneas na minha vida. Onde está aquele mundo mágico, divertido, de amigos ao alcance do mouse, onde há novidades fresquinhas para você a cada vez que você acessar ou atualizar esse site? Não tem. É só lá. Tá certo que eu entrava no FB a primeira vez do dia e havia 15 notificações, eu abria ansioso por saber o que tinha de novidade pra mim, mas todas as 15 eram postagens genéricas de grupos, marcações de comentários de divulgação de qualquer coisa, e um monte de besteiras que não eram voltadas a mim. Até que se espremesse, dessa besteirada saía algum caldo, mas ainda tinha o feed de notícias, aquele mural incessante de piadinhas, fofocas da vida alheia – só que fofocadas pelas próprias pessoas em primeira mão – e havia até mesmo informações relevantes. Também é doído saber que você tem 8 pessoas on line no Gtalk (mas todas “ocupadas”) apesar de que 4 delas você nem sabe quem é, e abrir o lendário MSN é pedir pra morrer de depressão. Principalmente quando se sabe que se o Facebook estivesse ligado, pelo menos uns 40 on line eu teria. Mesmo que ninguém fosse puxar papo comigo nem que fosse apenas pra dar um “oi”.
Mas aos poucos, eu fui reaprendendo que existem outros sites para além do FB, e eu voltei a acessar vários deles que há muito tempo não visitava, e pude agregar mais qualidade ao tempo que gasto navegando na net. E também fui forçado a usar outras formas de contato, e isso resultou em encontros reais com as pessoas, e com ligações em que você ouve pelo menos a voz da pessoa com quem você fala. Mas, como tudo isso hoje em dia é difícil como nunca, chegaram também os momentos de vácuo, que, quando encarados de frente, nos fortalecem na lida com a nossa própria carência e solidão, sem o remédio da falsa presença que o Facebook promove. E foi bom. O vazio verdadeiro te prepara para valorizar a presença verdadeira; já a falsa presença falseia o imenso vazio da vida moderna, que só vai mostrar seus sintomas quando a coisa estiver feia mesmo.
Apesar de tudo isso, eu vou voltar pro Facebook. Apesar das armadilhas, é um site que tem muitas utilidades (como a de divulgar esse texto) e eu pretendo voltar a usá-las. No fim, acho que foi uma experiência produtiva de jejum, que recomendo a todos/as, e que quem sabe não passarei a repetir mais vezes, como uma boa assepsia mental, que de tempos em tempos faz bem pra saúde.
A propósito, dê um “like” no texto, curta, comente, e compartilhe! :-P
Texto de Leonardo Ortegal que é assistente social e escreve para O MIRACULOSO.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

NO (W) FUTURE?


“Eu quero e quero já!” 
Li essa frase há muito tempo e várias vezes depois, não lembro quem escreveu e não pensarei nisso agora. Só sei que essa frase me vem à mente toda vez que vejo/ouço/falo/cheiro/sinto, enfim, trombo com algum maluco pertencente ao punk.
O punk é como lixo que incomoda, não é a cura e sim a doença que precisa existir para que a sociedade  subsista. O punk existe desde que exista qualquer forma de governo.
Não importa a qual “vertente” você se assemelhe: o punk tem um motivo, uma causa, sua essência: É aquele soco para acordar, o acorde inicial do hino contra o sistema, o grito do oprimido.  
Seu fundamento vem desde as primeiras revoltas populares, muito antes do “God Save the Queen” e do “Blitzkrieg Bop”, vem de épocas onde não se permitiam diferenças de forma alguma, onde o jovem era visto como pequeno adulto, onde a classe trabalhadora sobrevivia a regimes trabalhistas de mais de 18 horas; onde a burguesia ditava regras sem direito à revelia; onde mulheres não tinham direito nem à alfabetização; o punk nasceu junto às revoltas populares da década de 60; junto ao muro de Berlim; nasceu na revolta estudantil brasileira em 1968; nasceu nos protestos operários na Europa e Rússia; nasceu no grito das classes que não possuíam o direito de se expressar.
Por décadas o punk tenta erguer sua voz e cada vez mais urge a necessidade de fazê-lo tomar corpo. O punk nasceu, mas colhemos sua capacidade de se desenvolver. Hoje o sentimento é de que resta uma ínfima parcela que entende o sentido e não apenas a estética. Os alfinetes e o moicano viraram moda, bem diga a mídia.
Em uma terra como a nossa, as brigas entre tribos urbanas são tão úteis quanto assistir à novela das oito. Se o no future tiver sentido, para quê brigas de gangues? Ouça o brado anti-governo e compreenda o sentido do que veste!
Você que senta em pracinhas curitibanas para julgar quem é inferior a ti, repense seus conceitos.
A sociedade está à beira do colapso total e é mais do que tempo de fazer jus ao pensamento que aderiu.
O punk jamais morreu e agora, mais do que nunca, precisa florescer em meio a essa sociedade corrupta e pobre de valores.
Está na hora de usar o cérebro por debaixo do seu moicano! Texto de Daniella Pagnoncelli

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sobre Carros, Ônibus e bicicletas. E sobre nós também.


As grandes capitais atualmente se defrontam com o problema do trânsito. A grande São Paulo encontra-se estagnada em meio a quotidianos quilômetros de engarrafamento acentuados nos horários de pico.  

Entretanto, o problema não atinge somente essa grande cidade. Capitais de todo o Brasil encontram-se em vias de alcançar tal feito caótico. Curitiba está entre essas capitais, e se não tomar providências nos próximos cinco anos, com início imediato, seu trânsito estará se não igual, pior que São Paulo.
Nesse sentido, arrisco dizer que o problema do trânsito é estrutural. Está tão fundo que é necessário retornar á lógica estatal. Tudo bem, vamos ao ponto. É necessário rever qual é a função do Estado. Não vamos retornar a Russeau, Locke, ou Voltaire, fique tranquilo. Partindo do pressuposto que o Estado tem o fim de garantir o bem comum (noção um tanto quanto subjetiva) ele deve privilegiar o coletivo, em detrimento do particular, ou seja, o que é coletivo deve ser prioritário em todas as coisas por oferecer maior garantia do bem comum.
Nosso trânsito não se orienta dessa maneira. O modelo atual privilegia o particular, o privado, em detrimento do publico e do coletivo. Com uma breve observação dos carros no horário de pico (ou mesmo fora dele) é muito maior o numero de carros de cinco lugares ocupado apenas pelo motorista, do que o numero de carros de cinco lugares com todos os lugares ocupados.
Entretanto, muita gente que usa carro não usaria ônibus pela precariedade da qualidade do transporte em vistas das condições dos veículos, e a superlotação encontrada, além de sofrer os mesmos distúrbios dos carros no transito quando há congestionamento.
Temos aí dois argumentos: A qualidade do transporte não favorece. Fica parado no trânsito como os carros. Nos dois argumentos, (que são verdadeiros, aliás) percebemos a lógica invertida da nossa sociedade estimulada pelo regime econômico que vivemos que privilegia o particular em detrimento do coletivo, o eu ao invés do nós.
A qualidade do transporte coletivo não é boa porque ele é feito para pessoas que não tem condições de ter um veículo próprio. A grande verdade é que tão logo que um usuário passe a ter condições de adquirir um carro e mantê-lo, ele abandonará o ônibus coletivo. Talvez ao ler isso, um leve desconforto surja no intimo do leitor que sabe e que pensa essas ideias. O desconforto é justamente pelo teor de verdade contido no que leu.
É necessário então que haja uma mudança de mentalidade por parte da sociedade sobre o sistema de transporte coletivo. O transporte coletivo deve ser prioridade na sociedade. Tanto pela sua eficiência, seu custo e, sobretudo pela sua qualidade. Andar de ônibus deve ser agradável. Isso se dará com leis mais rígidas por parte da concessão publica para o transporte, com a regulação do transporte com a participação dos usuários e dos motoristas, cobradores, e demais funcionários. É necessário que o transporte coletivo seja mais um ambiente onde a democracia e o coletivismo possam ser exercitados.
Em segundo lugar, não basta que internamente o sistema de transporte sofra uma resignificação. É necessário que se empreendam alterações externas na lógica do transporte. Uma ótima ideia em vigor no transporte de Curitiba são as canaletas, vias exclusivas para ônibus. Entretanto, essa ideia deve ser explorada mais a fundo. Partido da ideia que o coletivo deve ser privilegiado, em detrimento do particular, nas grandes avenidas e vias rápidas ao menos uma pista deveria ser de tráfego exclusivo dos ônibus, ou seja, multiplicar as canaletas no trânsito seria o meio mais prático de expressar politicamente esse privilégio ao que é coletivo.
Alguém poderia pensar: - mas se houver a transformação de pistas em canaletas, haverá a diminuição de vias para os carros, e consequentemente o transito será mais lento. Sim, é verdade, entretanto apenas para carros. O uso do carro é superestimado por nossa sociedade individualista e consumista, que vive de aparências. E o uso do carro deve ser desestimulado no dia-a-dia.
Não quero dizer que o carro é mau em si mesmo, ou inútil. Quero, entretanto afirmar que ele não é o melhor meio de transporte para o dia-a-dia, mas para passeios, para ocasiões que houver necessidade de transportar várias pessoas, ou num caso de emergência (entre outros).
Outro meio muito útil é o uso da bicicleta, que está ganhando muita força hoje em dia. Como meio de transporte alternativo só há benefícios por parte daquele que faz da bicicleta seu meio de transporte, que deveria obter a atenção por parte das políticas públicas como meio de transporte privado mais indicado e mais estimulado com canaletas, com guardas municipais em ronda nessas canaletas, e com outras medidas que outras pessoas poderiam tratar com mais propriedade do que eu.
Sei, entretanto que essas soluções podem soar desagradáveis por parte de uma classe social que nunca pisou num ônibus e tem medo de se misturar com a outra parte da sociedade assim como podem soar desagradáveis por parte de outra classe que agora está obtendo meios de adquirir um automóvel, não apenas pelo aumento do poder de compra dos últimos dez anos, mas também estimulado pelo fetiche da mercadoria: do conjunto de ideias que acompanham o carro, como a aparência de sucesso, de riqueza, e de status social que podem lhe conferir vantagens em algumas situações.
Apesar de desagradáveis, agora, pode ser que daqui a dez anos sejam obrigatórias pelo colapso do transito. Quando as pessoas não conseguirem mais chegar á escolas e locais de trabalho, quando a violência e o stress no transito superar o limite do civilizado, não haverá espaço nas políticas públicas e mudança na mentalidade para o “não quero” e “não gosto”.
No fim, acredito que deveríamos mudar enquanto a situação ainda se encaminha para o caos, assim como sei que há pessoas que acreditam que a mudança é impossível. Como disse Leon Trótski, “Revoluções são impossíveis, até que se tornam inevitáveis”.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Suicide Girls: Assassinando Mulheres


"Não haveria melhor forma para nomear esta "marca" que explora, degrine e se mantém às custas da imagem feminina: suicide girls. Quase que como um convite, mulher se entregam em busca de concretizar valores estéticos falsos e impostos por uma sociedade machista e opressora.
Muitas destas, tomadas pelo ideal da emancipação, são iludida por temos como "liberdade" e "corpo" que, unidos, são capazes de objetificar, inconscientemente (geralmente) às mesmas, satisfazendo  assim, os desejos dos falsos defensores da causa.
A pornografia é uma das diversas ferramentas de opressão que têm como principal vítima a mulher. Cerca de 1800 mulheres são cadastradas como modelo nesta "instituição" (como se auto-definem) e este número está em constante crescimento. Criada por um homem, somente confirma a manipulação machista camuflada sob a beleza da autonomia feminina.
Ser dona do próprio corpo não é ceder às expectativas da classe dominante como forma de atenuar as constantes investidas contra o "sexo frágil" e cansado da predominância e exploração masculina.
Neste meio no qual vivo e que você provavelmente também, talvez estando envolvido com questões sociais, é que se encontra a pior das constatações sexistas que consigo conceber.
Sendo mais específico, o cenário hardcore punk tornou-se um espaço de clamar falsos valores que não são vividos ou correspondidos na realidade.
Numa cena que preza a liberdade, o ir e vir, a igualdade social e racial, a luta contra a opressão animal, etc, é inaceitável a intolerância e os pensamentos e atos sexistas.
Cada vez que você abre o site desta empresa opressora, ou clica nas fotos de garotas tatuadas e nuas, ou curte a página Suicide Girls no facebook, ou N outras formas, você está contribuindo com a objetificação da mulher, a proliferação de falsas necessidades sexuais e estereótipos estéticos, e a conceituação de uma nova camada social: uma que subjuga de tal forma que mesmo a mulher, oprimida e explorada, aceita tal condição de escrava da pornografia e sensualidade.

Este é um convite à reflexão por parte de nossas atitudes, muitas vezes maqueando o preconceito. A beleza do corpo feminino não deve ser coibida, simplesmente não deve ser explorada."

Texto de Underdog xMikex - Coletivo Discorde

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Cadastro Fanzinoteca

A Resistência agora está em parceria com a UCM Comics trabalhando na Biblioteca Estadual do Paraná. Enquanto o pessoal da UCM Comics ficou responsável por revitalizar a gibiteca da Biblioteca Estadual, nós da Resistência ficamos por conta da FANZINOTECA. Isso mesmo, agora todos os fanzineiro do mundo que quiserem ter seu trabalho devidamente registrado e catalogado na Fanzinoteca do Paraná poderão se cadastrar abaixo onde receberão logo em seguida o endereço para envio de material. 
Qual dúvida entrem em CONTATO conosco. Se você quiser contribuir com a Fanzinoteca enviando material da sua coleção pessoal de fanzines também será bem-vindo!